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Jovem presa com explosivos na capital matou namorada a tiros

Publicado dia 02/03/2018 às 18h12min | Atualizado dia 02/03/2018 às 18h16min
O delegado revelou ainda que as investigações apontaram que a indiciada teve conhecimento pela própria vítima de onde ela estaria no final de semana

A Delegacia de Homicídios de Vilhena finalizou, nesta semana, as investigações sobre o assassinato da estudante Ramiciele Cristina Lopes Sastre, de 19 anos, morta a tiros no dia 12 de novembro de 2017, em uma casa na rua Olavo Bilac, bairro Embratel, na periferia de Vilhena.

 

O delegado Núbio Lopes de Oliveira indiciou Crislayne Ferreira de Almeida, de 21 anos, pelo assassinato de Ramiciele. De acordo com Lopes de Oliveira, “Jasmim”, como Crislayne é conhecida, teria mantido um relacionamento homoafetivo com a vítima e que o provável fim deste relacionamento pode ter motivado o crime. “A possibilidade de que o crime seja passional é extremamente presente na investigação, os indícios apontam para isso”, pontuou o delegado, que ressaltou ainda que o caso configura feminicídio.

O delegado revelou ainda que as investigações apontaram que a indiciada teve conhecimento pela própria vítima de onde ela estaria no final de semana. E, tendo essa informação, a suspeita foi até o Embratel e atirou contra a vítima, fugindo em seguida.


     
Crislayne foi presa no dia 21 deste mês, em Porto Velho, junto com outras quatro pessoas, com as quais foram encontradas armas e explosivos. De acordo com o delegado, o quinteto estaria planejando matar membros de uma facção criminosa rival na capital.

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Fonte: Rondoniaovivo